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A importância do consumo de frutas no inverno

O inverno, dada as temperaturas mais amenas, acaba mudando o hábito alimentar de muitas pessoas. O corpo humano gasta mais caloria para manter a temperatura corporal, o que faz com que comidas mais gordurosas sejam mais desejadas e consumidas: pratos quentes, sopas e alimentos ricos em carboidratos e proteínas ficam ainda mais em evidência, deixando de lado frutas, legumes, verduras e alimentos frescos.

Com isso, vitaminas e nutrientes vitais para o bom funcionamento do organismo ficam em falta. Por isso, é importante não cortar da dieta os “alimentos coloridos”, alerta a nutricionista Cibele Salomão. Para ela, há diversas formas de driblar a tendência de manter hábitos menos saudáveis durante o inverno, abusando por exemplo dos chás que podem ser feitos com as cascas das frutas típicas da estação mais fria do ano.

A especialista cita também a importância de escolher horários mais adequados ao consumo de frutas. Para ela, a manhã é a parte do dia mais indicada para a ingestão desse tipo de alimento.

Confira abaixo algumas das frutas típicas do inverno e suas características:

Abacate: Rico em fibra, ferro, magnésio, vitamina C, ômega 3 e também em gordura de boa qualidade. Traz saciedade muito grande.

Maçã: Fruta adstringente, rica em água, o que ajuda a limpar a laringe durante o inverno, em fibra e em vitaminas B, C e E.

Tangerina: Fruta adstringente, rica em vitaminas A e C e do complexo B. Possui substâncias antioxidantes, que alteram o processo do envelhecimento.

Morango: Rico em vitaminas C e A. Possui substâncias antioxidantes.

Caqui: Rica em frutose, ferro, cálcio e vitaminas.

Figo: Rico em antioxidantes, possui em sua composição o zinco, elemento típico das frutas oleaginosas.

Pêra: Rica em vitaminas, fibra, também possui propriedades adstringentes.

Romã: Rica em substâncias antioxidantes, vitamina C e fibra.

Goiaba: Rica em água (quase 80% de sua composição), potássio, fósforo, vitamina C e cálcio, além de ser uma fruta de baixo valor calórico.

Fonte: Governo do Brasil

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